[ TENDÊNCIAS DO MARKETING DIGITAL ]

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Para o polonês Zygmunt Bauman, vivemos tempos em que modelos tradicionais são destruídos. Isso já aconteceu inúmeras vezes na história, mas a diferença agora, segundo o filósofo, é que os novos modelos não são mais “sólidos”. Eles podem mudar rapidamente, de acordo com o que as forças sociais e individuais determinarem. Bauman chama isso de “modernidade líquida”: ideias não são duradouras e eternas, e podem se transformar rapidamente em outro conceito.

No mundo do marketing digital, o cenário não é diferente. Novas tecnologias que acabam de adquirir o status de “padrão ouro” são substituídas em pouquíssimo tempo por modelos mais aprimorados. A mudança é tão rápida que a consultoria Gartner preparou um paper exclusivamente para discutir o assunto, o “2016 Gartner Hype Cycle for Digital Marketing and Advertising”,para ajudar profissionais de marketing a decidir que tecnologias e tendências possuem o maior potencial de impactar a jornada do consumidor.

A seguir, vamos analisar algumas das tendências que deverão conduzir os esforços do marketing digital em 2017:

Big Data

Em linhas gerais, trata-se do uso de dados, algoritmos estatísticos e técnicas de machine learning para identificar a probabilidade de um indivíduo realizar uma conversão. Esse estudo é realizado pelo uso de ferramentas de big data analytics e padrões de comportamento, para antecipar os movimentos de prospectos e consumidores.

Online e Off-line

Conquiste os consumidores e eles farão a defesa da sua marca – com impactos altamente positivos sobre taxas de conversão, receita e ROI. Este é o advocate marketing, conceito estreitamente ligado à jornada do consumidor e à customer experience. Proporcione uma experiência inesquecível ao seu cliente e ele espalhará a palavra, seja em ambientes on ou offline. Mas também faz parte do advocate marketing encorajar a clientela a falar bem de sua marca. Afinal de contas, se a experiência foi prazerosa, que tal pedir um testemunho para o seu site ou rede social?

Sistema Integrado

O uso de dados de geolocalização do consumidor está se tornando o novo normal do marketing digital. Um dos motivos é a rápida popularização dos smartphones, o que também acontece no Brasil. Desse modo, com o número cada vez maior de usuários, a geolocalização possui um incrível potencial em termos de volume de criação de perfis de usuários, construídos a partir do registro de deslocamento, locais que visitam e quanto tempo passam neles. Uma vez que o objetivo do profissional de marketing é conhecer seu consumidor, esses dados são extremamente valiosos para as empresas delinearem suas estratégias de marketing.

Marketing e cliques

Por volta de 2021, de acordo com dados do Business Insider, 74% de toda a publicidade online nos Estados Unidos seguirão o formato de Native Ad. Ou seja, é bastante provável que em 2017 vejamos um considerável aumento do volume de publicidade nativa, em diversos meios e formatos. Um dos motivos é o estrondoso aumento de uso de ad blockers, que tem influenciado o faturamento proveniente de anúncios. Além disso, a publicidade nativa não é interrompida como os banners e pop-ups de mídia paga tradicional e possui volume de impressões e custo por cliques mais em conta do que as mídias convencionais.

Conversão

Não é apenas o “último clique” do consumidor que determina uma conversão e os passos pela jornada do consumidor. Há muitos “toques” responsáveis por isso, e saber quais deles são importantes e como eles se encaixam é a base da multi-touch attribution (MTA), um modelo que dá peso a cada input individual. Este modelo ainda estava em uma fase bastante inicial até bem pouco tempo, mas agora está claro que a marca que não investir nesse sistema irá perder dinheiro.

Estratégia de Gestão

O marketing guiado por dados nada mais é do que colocar a pessoa no centro da estratégia de markerting de uma marca. Ao conhecer os gostos e comportamentos de uma pessoa, é possível criar jornadas do consumidor hiperpersonalizadas. E para que isso aconteça, o profissional de marketing deve ter acesso a dados provenientes de mídias sociais, navegação e de compras offline. O data driven markerting é a base do machine learning e do marketing preditivo.

Crescimento

O ad blocking continuará a ser um assunto de extrema relevância nos próximos anos. De acordo com um estudo do eMarketer, o número de norte-americanos que usam ad blockers aumentou 34,4% em relação a 2015 – e deverá crescer outros 24% em 2017.

Fonte: Site dos Administradores

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