[ QUAL É O MELHOR LUGAR PARA VENDER: E-COMMERCE, REDES SOCIAIS OU MARKETPLACES? ]

 

Vender na internet é uma ótima forma de empreender, mas a plataforma que você escolhe para servir de ponte entre o consumidor e você precisa ser escolhida com muito cuidado. Ela é um fator determinante para alcançar o público que você deseja e elevar o seu faturamento.

Na sequência, vamos analisar três das principais ferramentas usadas pelos empreendedores para vender produtos: as lojas virtuais, os Marketplaces e as redes sociais, e avaliar os prós e contras de vender em cada um deles.

Redes sociais

As redes sociais reúnem muitas pessoas, e são muitas mesmo! Só o Facebook já conta com mais de 2 bilhões de contas cadastradas na rede. E entre essas pessoas, certamente, há algumas que têm potencial para comprar com sua empresa, então faz bastante sentido que sua marca esteja presente nas redes sociais, mas será que ela é a plataforma ideal para realizar vendas diretas?

Nas redes sociais, as pessoas estão muito mais interessadas em se entreter, conversar com os amigos e ver novidades de pessoas conhecidas, mas não necessariamente em comprar.

Como não foram pensadas para esse fim, as redes sociais não costumam ter ferramentas que facilitem a compra e nem mesmo que possam garantir qualquer segurança para quem compra ou vende. Além disso, você não tem controle nenhum de estoque.

Isso sem falar que na maioria das redes sociais é necessário investir em anúncios e em conteúdo pago, se você quiser realmente ser visto pelos outros usuários.

Ter poucas ferramentas de pagamento e enviar o dinheiro para a loja sem ter alguma ferramenta de proteção que ajude, caso seja necessário fazer um estorno, são fatores que afastam muitas pessoas das lojas que vendem apenas pelas redes sociais.

Há, ainda, o fator de público. Quem vende apenas nas redes sociais atinge somente o público que usa a rede. Isso significa que, se você usa o Instagram como sua única plataforma de venda, perde a chance de vender, também, para pessoas que têm um perfil de público interessante, mas não estão na rede. E para quem quer faturar mais, isso não é nada interessante.

Marketplaces

Os marketplaces são estruturas preparadas para vender produtos de diversas lojas em um mesmo lugar, o que cria uma conveniência para o consumidor.

Se você consegue alocar os seus produtos em um marketplace conhecido e que investe em divulgação, que é o custo mais alto de um negócio, também gera credibilidade para sua própria marca e pode ser mais facilmente encontrado pelos clientes do que seria nas redes sociais.

Porém, os marketplaces costumam cobrar uma taxa sobre o produto vendido, o que diminui o seu lucro. Além disso, o marketplace não é um ambiente da sua empresa, então você não pode controla-la totalmente. Com isso, o ideal seria usar essa plataforma como mais um canal de vendas, mas não o único.

Loja virtual

Ter a sua própria loja virtual significa fazer um investimento em uma plataforma, e isso, muitas vezes, afasta os empreendedores. No entanto, em todas as outras ferramentas também é preciso investir; a diferença aqui é que você pode apostar em uma estrutura sua!

Ao contrário das redes sociais ou marketplaces em que a ferramenta é de quem a criou, na loja virtual você pode mudar o layout, acrescentar o conteúdo que quiser e deixar tudo do seu jeito.

Mas, o mais importante é que a loja virtual é o ambiente mais rentável para se fazer uma venda. Além de você não pagar taxas sobre transações, cria um relacionamento direto com o seu cliente, o que não ocorre nos Marketplaces.

Para começar, você pode organizar seus produtos e acrescentar todas as fotos e informações que quiser, assim como tem dados de contato e conteúdo institucional sobre sua marca no mesmo lugar. Só isso já contribui para que o consumidor passe a se sentir mais seguro, porque, se precisar de ajuda, sabe que tem mais de um canal onde encontrá-la.

As boas lojas virtuais também foram pensadas para garantir a segurança para o consumidor e para o empreendedor com sistemas de pagamento consistentes e variados (como boleto, cartão de crédito e transferência bancária) e a presença de certificado SSL, um protocolo que criptografa informações e impede que elas sejam usadas por terceiros, caso alguém intercepte a comunicação.

Esse certificado gera o cadeado ao lado do endereço do site, e a classificação de “seguro” em alguns navegadores. E esses são elementos que o consumidor já conhece e sabe que representam que o site é realmente seguro.

Como é uma ferramenta que foi desenvolvida especificamente para vender os seus produtos, e a única que está totalmente sob o seu controle, a loja virtual pode ser considerada a melhor plataforma para profissionalizar e centralizar a sua operação.

Você pode continuar usando as redes sociais para divulgar sua marca e criar um relacionamento com o consumidor que o leve a fechar a compra na loja virtual, e manter a operação no marketplace como um canal adicional.

É importante estar em todos os canais: redes sociais, marketplace e, principalmente, ter uma loja virtual que é a garantia de um ambiente seguro, que transmite credibilidade para alavancar suas vendas e impulsionar o crescimento da sua empresa!

Fonte: E-commerce news

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